domingo, 13 de fevereiro de 2011
Continua o impasse com empresas de Táxi Aéreo
Sindicatos vão mobilizar aeroviários e aeronautas em grandes manifestações
Por Cláudia Fonseca
Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA) mantém proposta oferecida na reunião de 27 de janeiro, que foi a de 6,8% de reposição salarial e 8,5% de aumento nos pisos. As entidades representantes dos trabalhadores reivindicam reajuste de 9% e 10%. A última negociação ocorreu na sede da FENTAC, no dia 8 de fevereiro.
No encontro, as assessorias econômicas dos sindicatos dos aeroviários e aeronautas apresentaram suas avaliações sobre o bom desempenho do setor no último ano. O resultado do estudo prejudicou o argumento das empresas, que insistem em alegar que uma reposição salarial com aumento real apresentaria peso significativo em sua folha.
A proposta de SNETA de oferecer aumentos espontâneos ao decorrer do ano não causou impacto nos sindicatos, já que ficou comprovado que poucos funcionários foram contemplados com esse reajuste. A insistência das empresas em não mudar a proposta de reposição salarial apenas aumenta o descontentamento das categorias.
O referencial para os profissionais de Táxi Aéreo é o mesmo concedido pelo setor comercial, equivalente a 10% nos pisos e 8,75% nos salários. “Esse sentimento nos trabalhadores está muito forte, vai ser difícil reverter essa tendência. O SNETA precisa rever sua proposta”, declara Selma Balbino, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA).
Trabalhadores convocados à assembleia
A próxima reunião com o SNETA está agendada para 16 de fevereiro. No dia 17, os trabalhadores vão ser convocados para assembleias, que vão definir se as categorias aceitam ou não a proposta oferecida pelas empresas aéreas no dia anterior. Nos próximos dias, os profissionais também vão ser informados sobre as grandes manifestações que vão ser organizadas pelos sindicatos.
O foco dos movimentos de reivindicação vai ser nas bases da empresa Líder, que segundo as entidades, é a que mais dificulta as negociações. Dirigentes sindicais pedem que todos participem, já que essa é a única maneira de conquistar uma reposição salarial digna.
Publicada em 08/02/2011
Base: Rio de Janeiro
http://www.sna.org.br/noticia.php?id_not=189
Por Cláudia Fonseca
Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (SNETA) mantém proposta oferecida na reunião de 27 de janeiro, que foi a de 6,8% de reposição salarial e 8,5% de aumento nos pisos. As entidades representantes dos trabalhadores reivindicam reajuste de 9% e 10%. A última negociação ocorreu na sede da FENTAC, no dia 8 de fevereiro.
No encontro, as assessorias econômicas dos sindicatos dos aeroviários e aeronautas apresentaram suas avaliações sobre o bom desempenho do setor no último ano. O resultado do estudo prejudicou o argumento das empresas, que insistem em alegar que uma reposição salarial com aumento real apresentaria peso significativo em sua folha.
A proposta de SNETA de oferecer aumentos espontâneos ao decorrer do ano não causou impacto nos sindicatos, já que ficou comprovado que poucos funcionários foram contemplados com esse reajuste. A insistência das empresas em não mudar a proposta de reposição salarial apenas aumenta o descontentamento das categorias.
O referencial para os profissionais de Táxi Aéreo é o mesmo concedido pelo setor comercial, equivalente a 10% nos pisos e 8,75% nos salários. “Esse sentimento nos trabalhadores está muito forte, vai ser difícil reverter essa tendência. O SNETA precisa rever sua proposta”, declara Selma Balbino, presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA).
Trabalhadores convocados à assembleia
A próxima reunião com o SNETA está agendada para 16 de fevereiro. No dia 17, os trabalhadores vão ser convocados para assembleias, que vão definir se as categorias aceitam ou não a proposta oferecida pelas empresas aéreas no dia anterior. Nos próximos dias, os profissionais também vão ser informados sobre as grandes manifestações que vão ser organizadas pelos sindicatos.
O foco dos movimentos de reivindicação vai ser nas bases da empresa Líder, que segundo as entidades, é a que mais dificulta as negociações. Dirigentes sindicais pedem que todos participem, já que essa é a única maneira de conquistar uma reposição salarial digna.
Publicada em 08/02/2011
Base: Rio de Janeiro
http://www.sna.org.br/noticia.php?id_not=189
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Empresas convidam sindicatos para nova negociação

Publicada em 30/12/2010
Base: Rio de Janeiro
Entidades solicitam prorrogação da audiência no MPT de Brasília
Por Cláudia Fonseca
O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA) se adiantou à audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT) em Brasília, agendada para 30 de dezembro, e ofereceu 8,2% de reajuste salarial, mais 8,5% de aumento nos pisos. No outros itens econômicos foram mantidos 8%. A proposta foi apresentada durante reunião, no dia 29 de dezembro.
Para chegar a um consenso, entidades sindicais reivindicaram 10% de reposição nos salários, 15% de aumento nos pisos e cesta básica, prorrogação da licença maternidade, criação de pisos para operadores de equipamento de viatura e agentes de check-in, mais diárias internacionais para aeronautas.
Após a reunião, os sindicatos dos trabalhadores e empresas aéreas solicitaram prorrogação da audiência no MPT. A discussão sobre as propostas vai ser estendida até 12 de janeiro, quando nova rodada de negociação vai ser agendada.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
SNETA propõe reposição abaixo do INPC

Publicada em 07/12/2010
Base: Rio de Janeiro
Mas os pisos têm que contemplar 100% da inflação para ultrapassarem o salário mínimo
Por Cláudia Fonseca
Reajuste salarial de apenas 70% da inflação do período e de 100% nos pisos, para que não fiquem abaixo do salário mínimo. Essa foi a proposta vergonhosa que o Sindicato Nacional das Empresas em Táxi Aéreo (SNETA) insistiu em manter, na última rodada de negociação da Campanha Salarial, que ocorreu no dia 25 de novembro.
Edson Sanches, representante da bancada patronal, também informou que as companhias não concordam com a redução de jornada para 40 horas semanais, prorrogação da licença maternidade, garantia de creche e cesta básica e vale refeição. A declaração causou revolta nos representantes dos trabalhadores.
Durante as assembleias organizadas pelos sindicatos das categorias dos aeroviários e aeronautas, dirigentes sindicais ouviram dos profissionais da aviação que não admitem reajuste abaixo do índice da inflação, pois representa redução do salário. Jardel Leal, assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), informou que desde 2000 o trabalhador teve uma perda de 4,1% do poder aquisitivo.
“Se somarmos com a inflação de 2010, esse percentual sobre para 10. Isso é um absurdo, quando as empresas apresentaram um aumento de 34% em seus lucros nesse último ano”, declarou Jardel durante a reunião. Apesar de a empresa BHS ter oferecido 10% de reposição, independente do resultado das negociações, o SNETA manteve sua proposta.
Dirigentes sindicais informaram que apesar de o resultado da última negociação ter sido vergonhoso, eles vão levar às assembleias. Mas já adiantaram que os trabalhadores não vão aceitar. Como disse o secretário geral do SNA, Marcelo Schmidt: “Os salários estão tão baixos, que os pisos precisam ser reajustados de acordo com o INPC, para que não fiquem abaixo do salário mínimo”.
fonte: http://www.sna.org.br
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Aeroviários deflagram Operação não-colaboração
Proposta dos sindicatos foi aprovada pela categoria durante assembleias do dia 30
Por Cláudia Fonseca
O resultado foi unânime. Além de não aceitarem a mudança da data-base e reajuste salarial que contemple apenas a reposição da inflação, trabalhadores aprovaram a proposta dos sindicatos de dar início a Operação não-colaboração. A resposta foi dada durante assembleias que aconteceram em todo o Brasil, no último dia 30. No Rio de Janeiro, a votação da pauta foi conduzida pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), na Associação dos Servidores Civis da Aeronáutica (ASCAER).
Apesar de a operação ter um nome que possa preocupar o público usuário, a iniciativa nada mais é do que um incentivo para que os funcionários se recusem a realizar suas atividades fora das normas estabelecidas pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os profissionais foram orientados a não permitir, em hipótese alguma, abusos cometidos pelas contratantes. Os trabalhadores afirmam que não são colaboradores das empresas – apesar de serem denominados dessa forma por elas -, mas sim empregados, que sofrem com constante exploração.
Detalhes da operação
Na rampa, os aeroviários foram orientados a não trafegar com veículos nos aeroportos com velocidade acima da permitida pela Infraero, que é a de 20 km/h; separar rigorosamente as malas dos passageiros e retirar uma de cada vez do compartimento de cargas.
Na manutenção, não devem aceitar horas extras e dobras, nem liberar a aeronave para voo quando o mecânico não estiver habilitado para executar o serviço. Devem fazer inspeção visual para retorno da aeronave conforme determinam as recomendações e não atender mais de uma ao mesmo tempo.
No check-in, os profissionais devem cobrar os seus 15 minutos de lanche, não aceitar mais mudança de escala sem aviso prévio, nem fazer horas–extras. Ou seja, os trabalhadores apenas vão exigir que as empresas cumpram o estabelecido na legislação trabalhista. Essa é uma maneira de evitar que a segurança de voo seja comprometida e forçar maiores contratações, já que o excesso de jornada é um dos principais problemas enfrentados pelos aeroviários, o que também prejudica o bom funcionamento do setor.
*Veja fotos da assembleia, clique aqui -- > http://www.sna.org.br/mostra_galeria.php?id=30
Por Cláudia Fonseca
O resultado foi unânime. Além de não aceitarem a mudança da data-base e reajuste salarial que contemple apenas a reposição da inflação, trabalhadores aprovaram a proposta dos sindicatos de dar início a Operação não-colaboração. A resposta foi dada durante assembleias que aconteceram em todo o Brasil, no último dia 30. No Rio de Janeiro, a votação da pauta foi conduzida pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), na Associação dos Servidores Civis da Aeronáutica (ASCAER).
Apesar de a operação ter um nome que possa preocupar o público usuário, a iniciativa nada mais é do que um incentivo para que os funcionários se recusem a realizar suas atividades fora das normas estabelecidas pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os profissionais foram orientados a não permitir, em hipótese alguma, abusos cometidos pelas contratantes. Os trabalhadores afirmam que não são colaboradores das empresas – apesar de serem denominados dessa forma por elas -, mas sim empregados, que sofrem com constante exploração.
Detalhes da operação
Na rampa, os aeroviários foram orientados a não trafegar com veículos nos aeroportos com velocidade acima da permitida pela Infraero, que é a de 20 km/h; separar rigorosamente as malas dos passageiros e retirar uma de cada vez do compartimento de cargas.
Na manutenção, não devem aceitar horas extras e dobras, nem liberar a aeronave para voo quando o mecânico não estiver habilitado para executar o serviço. Devem fazer inspeção visual para retorno da aeronave conforme determinam as recomendações e não atender mais de uma ao mesmo tempo.
No check-in, os profissionais devem cobrar os seus 15 minutos de lanche, não aceitar mais mudança de escala sem aviso prévio, nem fazer horas–extras. Ou seja, os trabalhadores apenas vão exigir que as empresas cumpram o estabelecido na legislação trabalhista. Essa é uma maneira de evitar que a segurança de voo seja comprometida e forçar maiores contratações, já que o excesso de jornada é um dos principais problemas enfrentados pelos aeroviários, o que também prejudica o bom funcionamento do setor.
*Veja fotos da assembleia, clique aqui -- > http://www.sna.org.br/mostra_galeria.php?id=30
Aeroviários deflagram Operação não-colaboração
Proposta dos sindicatos foi aprovada pela categoria durante assembleias do dia 30
Por Cláudia Fonseca
O resultado foi unânime. Além de não aceitarem a mudança da data-base e reajuste salarial que contemple apenas a reposição da inflação, trabalhadores aprovaram a proposta dos sindicatos de dar início a Operação não-colaboração. A resposta foi dada durante assembleias que aconteceram em todo o Brasil, no último dia 30. No Rio de Janeiro, a votação da pauta foi conduzida pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), na Associação dos Servidores Civis da Aeronáutica (ASCAER).
Apesar de a operação ter um nome que possa preocupar o público usuário, a iniciativa nada mais é do que um incentivo para que os funcionários se recusem a realizar suas atividades fora das normas estabelecidas pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os profissionais foram orientados a não permitir, em hipótese alguma, abusos cometidos pelas contratantes. Os trabalhadores afirmam que não são colaboradores das empresas – apesar de serem denominados dessa forma por elas -, mas sim empregados, que sofrem com constante exploração.
Detalhes da operação
Na rampa, os aeroviários foram orientados a não trafegar com veículos nos aeroportos com velocidade acima da permitida pela Infraero, que é a de 20 km/h; separar rigorosamente as malas dos passageiros e retirar uma de cada vez do compartimento de cargas.
Na manutenção, não devem aceitar horas extras e dobras, nem liberar a aeronave para voo quando o mecânico não estiver habilitado para executar o serviço. Devem fazer inspeção visual para retorno da aeronave conforme determinam as recomendações e não atender mais de uma ao mesmo tempo.
No check-in, os profissionais devem cobrar os seus 15 minutos de lanche, não aceitar mais mudança de escala sem aviso prévio, nem fazer horas–extras. Ou seja, os trabalhadores apenas vão exigir que as empresas cumpram o estabelecido na legislação trabalhista. Essa é uma maneira de evitar que a segurança de voo seja comprometida e forçar maiores contratações, já que o excesso de jornada é um dos principais problemas enfrentados pelos aeroviários, o que também prejudica o bom funcionamento do setor.
fonte: http://www.sna.org.br/noticia.php?id_not=171
Por Cláudia Fonseca
O resultado foi unânime. Além de não aceitarem a mudança da data-base e reajuste salarial que contemple apenas a reposição da inflação, trabalhadores aprovaram a proposta dos sindicatos de dar início a Operação não-colaboração. A resposta foi dada durante assembleias que aconteceram em todo o Brasil, no último dia 30. No Rio de Janeiro, a votação da pauta foi conduzida pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), na Associação dos Servidores Civis da Aeronáutica (ASCAER).
Apesar de a operação ter um nome que possa preocupar o público usuário, a iniciativa nada mais é do que um incentivo para que os funcionários se recusem a realizar suas atividades fora das normas estabelecidas pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os profissionais foram orientados a não permitir, em hipótese alguma, abusos cometidos pelas contratantes. Os trabalhadores afirmam que não são colaboradores das empresas – apesar de serem denominados dessa forma por elas -, mas sim empregados, que sofrem com constante exploração.
Detalhes da operação
Na rampa, os aeroviários foram orientados a não trafegar com veículos nos aeroportos com velocidade acima da permitida pela Infraero, que é a de 20 km/h; separar rigorosamente as malas dos passageiros e retirar uma de cada vez do compartimento de cargas.
Na manutenção, não devem aceitar horas extras e dobras, nem liberar a aeronave para voo quando o mecânico não estiver habilitado para executar o serviço. Devem fazer inspeção visual para retorno da aeronave conforme determinam as recomendações e não atender mais de uma ao mesmo tempo.
No check-in, os profissionais devem cobrar os seus 15 minutos de lanche, não aceitar mais mudança de escala sem aviso prévio, nem fazer horas–extras. Ou seja, os trabalhadores apenas vão exigir que as empresas cumpram o estabelecido na legislação trabalhista. Essa é uma maneira de evitar que a segurança de voo seja comprometida e forçar maiores contratações, já que o excesso de jornada é um dos principais problemas enfrentados pelos aeroviários, o que também prejudica o bom funcionamento do setor.
fonte: http://www.sna.org.br/noticia.php?id_not=171
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