quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Empresas convidam sindicatos para nova negociação


Publicada em 30/12/2010
Base: Rio de Janeiro


Entidades solicitam prorrogação da audiência no MPT de Brasília
Por Cláudia Fonseca

O Sindicato Nacional das Empresas Aéreas (SNEA) se adiantou à audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT) em Brasília, agendada para 30 de dezembro, e ofereceu 8,2% de reajuste salarial, mais 8,5% de aumento nos pisos. No outros itens econômicos foram mantidos 8%. A proposta foi apresentada durante reunião, no dia 29 de dezembro.

Para chegar a um consenso, entidades sindicais reivindicaram 10% de reposição nos salários, 15% de aumento nos pisos e cesta básica, prorrogação da licença maternidade, criação de pisos para operadores de equipamento de viatura e agentes de check-in, mais diárias internacionais para aeronautas.

Após a reunião, os sindicatos dos trabalhadores e empresas aéreas solicitaram prorrogação da audiência no MPT. A discussão sobre as propostas vai ser estendida até 12 de janeiro, quando nova rodada de negociação vai ser agendada.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

SNETA propõe reposição abaixo do INPC


Publicada em 07/12/2010
Base: Rio de Janeiro


Mas os pisos têm que contemplar 100% da inflação para ultrapassarem o salário mínimo

Por Cláudia Fonseca

Reajuste salarial de apenas 70% da inflação do período e de 100% nos pisos, para que não fiquem abaixo do salário mínimo. Essa foi a proposta vergonhosa que o Sindicato Nacional das Empresas em Táxi Aéreo (SNETA) insistiu em manter, na última rodada de negociação da Campanha Salarial, que ocorreu no dia 25 de novembro.

Edson Sanches, representante da bancada patronal, também informou que as companhias não concordam com a redução de jornada para 40 horas semanais, prorrogação da licença maternidade, garantia de creche e cesta básica e vale refeição. A declaração causou revolta nos representantes dos trabalhadores.

Durante as assembleias organizadas pelos sindicatos das categorias dos aeroviários e aeronautas, dirigentes sindicais ouviram dos profissionais da aviação que não admitem reajuste abaixo do índice da inflação, pois representa redução do salário. Jardel Leal, assessor econômico do Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), informou que desde 2000 o trabalhador teve uma perda de 4,1% do poder aquisitivo.

“Se somarmos com a inflação de 2010, esse percentual sobre para 10. Isso é um absurdo, quando as empresas apresentaram um aumento de 34% em seus lucros nesse último ano”, declarou Jardel durante a reunião. Apesar de a empresa BHS ter oferecido 10% de reposição, independente do resultado das negociações, o SNETA manteve sua proposta.

Dirigentes sindicais informaram que apesar de o resultado da última negociação ter sido vergonhoso, eles vão levar às assembleias. Mas já adiantaram que os trabalhadores não vão aceitar. Como disse o secretário geral do SNA, Marcelo Schmidt: “Os salários estão tão baixos, que os pisos precisam ser reajustados de acordo com o INPC, para que não fiquem abaixo do salário mínimo”.

fonte: http://www.sna.org.br

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Aeroviários deflagram Operação não-colaboração

Proposta dos sindicatos foi aprovada pela categoria durante assembleias do dia 30


Por Cláudia Fonseca

O resultado foi unânime. Além de não aceitarem a mudança da data-base e reajuste salarial que contemple apenas a reposição da inflação, trabalhadores aprovaram a proposta dos sindicatos de dar início a Operação não-colaboração. A resposta foi dada durante assembleias que aconteceram em todo o Brasil, no último dia 30. No Rio de Janeiro, a votação da pauta foi conduzida pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), na Associação dos Servidores Civis da Aeronáutica (ASCAER).

Apesar de a operação ter um nome que possa preocupar o público usuário, a iniciativa nada mais é do que um incentivo para que os funcionários se recusem a realizar suas atividades fora das normas estabelecidas pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os profissionais foram orientados a não permitir, em hipótese alguma, abusos cometidos pelas contratantes. Os trabalhadores afirmam que não são colaboradores das empresas – apesar de serem denominados dessa forma por elas -, mas sim empregados, que sofrem com constante exploração.

Detalhes da operação
Na rampa, os aeroviários foram orientados a não trafegar com veículos nos aeroportos com velocidade acima da permitida pela Infraero, que é a de 20 km/h; separar rigorosamente as malas dos passageiros e retirar uma de cada vez do compartimento de cargas.

Na manutenção, não devem aceitar horas extras e dobras, nem liberar a aeronave para voo quando o mecânico não estiver habilitado para executar o serviço. Devem fazer inspeção visual para retorno da aeronave conforme determinam as recomendações e não atender mais de uma ao mesmo tempo.

No check-in, os profissionais devem cobrar os seus 15 minutos de lanche, não aceitar mais mudança de escala sem aviso prévio, nem fazer horas–extras. Ou seja, os trabalhadores apenas vão exigir que as empresas cumpram o estabelecido na legislação trabalhista. Essa é uma maneira de evitar que a segurança de voo seja comprometida e forçar maiores contratações, já que o excesso de jornada é um dos principais problemas enfrentados pelos aeroviários, o que também prejudica o bom funcionamento do setor.

*Veja fotos da assembleia, clique aqui -- > http://www.sna.org.br/mostra_galeria.php?id=30

Aeroviários deflagram Operação não-colaboração

Proposta dos sindicatos foi aprovada pela categoria durante assembleias do dia 30



Por Cláudia Fonseca

O resultado foi unânime. Além de não aceitarem a mudança da data-base e reajuste salarial que contemple apenas a reposição da inflação, trabalhadores aprovaram a proposta dos sindicatos de dar início a Operação não-colaboração. A resposta foi dada durante assembleias que aconteceram em todo o Brasil, no último dia 30. No Rio de Janeiro, a votação da pauta foi conduzida pelo Sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA), na Associação dos Servidores Civis da Aeronáutica (ASCAER).

Apesar de a operação ter um nome que possa preocupar o público usuário, a iniciativa nada mais é do que um incentivo para que os funcionários se recusem a realizar suas atividades fora das normas estabelecidas pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Os profissionais foram orientados a não permitir, em hipótese alguma, abusos cometidos pelas contratantes. Os trabalhadores afirmam que não são colaboradores das empresas – apesar de serem denominados dessa forma por elas -, mas sim empregados, que sofrem com constante exploração.

Detalhes da operação
Na rampa, os aeroviários foram orientados a não trafegar com veículos nos aeroportos com velocidade acima da permitida pela Infraero, que é a de 20 km/h; separar rigorosamente as malas dos passageiros e retirar uma de cada vez do compartimento de cargas.

Na manutenção, não devem aceitar horas extras e dobras, nem liberar a aeronave para voo quando o mecânico não estiver habilitado para executar o serviço. Devem fazer inspeção visual para retorno da aeronave conforme determinam as recomendações e não atender mais de uma ao mesmo tempo.

No check-in, os profissionais devem cobrar os seus 15 minutos de lanche, não aceitar mais mudança de escala sem aviso prévio, nem fazer horas–extras. Ou seja, os trabalhadores apenas vão exigir que as empresas cumpram o estabelecido na legislação trabalhista. Essa é uma maneira de evitar que a segurança de voo seja comprometida e forçar maiores contratações, já que o excesso de jornada é um dos principais problemas enfrentados pelos aeroviários, o que também prejudica o bom funcionamento do setor.


fonte: http://www.sna.org.br/noticia.php?id_not=171

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

Pauta de reivindicação da Campanha Salarial 2010/2011


Aeroviários e Aeroviárias do Táxi Aéreo!
Lutemos por justiça!
Paridade para os trabalhadores do táxi aéreo e da aviação comercial!

Pauta de reivindicação da Campanha Salarial 2010/2011

PAUTA SNEA (Aviação Regular)

PAUTA SNETA (Táxi Aéreo)

PAUTA SINEATA (Serviços Auxiliares)




SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS AEROVIÁRIAS (SNEA)

I – CLÁUSULAS ECONÔMICAS

02 - REAJUSTE DOS SALÁRIOS

Os salários dos aeroviários, vigentes em 30 de novembro de 2010, serão reajustados pelo percentual correspondente a 15% (quinze por cento), a partir de 01 de dezembro de 2010.

03 - PISO SALARIAL

Serão reajustados, a partir de 01 de dezembro de 2010 os pisos salariais, para os seguintes valores:

AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS - R$ 915,70
AUXILIAR DE MANUTENÇÃO DE AERONAVES - R$ 1.006,36
AGENTE DE PROTEÇÃO - R$ 1.043,85
OPERADOR DE EQUIP. VIATURA - R$ 1.200,00
AGENTE DE CHECK IN
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE AERONAVES - R$ 1.464,20

3.1 - Os pisos salariais acima estabelecidos serão corrigidos nas mesmas épocas e proporções em que forem corrigidos os salários.

04 - ANUÊNIO

O aeroviário admitido até 31 de dezembro de 2010, quando completar 03 (três) anos de trabalho continuo na mesma empresa, fará jus ao benefício anuênio de 1% (Um por cento), calculado sobre o respectivo salário, limitado a 20% (vinte por cento), ressalvadas as condições mais favoráveis;

4.1. Esse benefício não integrará o salário do aeroviário para nenhum efeito trabalhista e será indicado separadamente do salário no documento individual de pagamento.

05 - VALE REFEIÇÃO


As empresas fornecerão, a partir de 01 de dezembro de 2010, vale refeição no valor de R$ 13,73 (treze reais e setenta e três centavos), para os aeroviários com jornada de trabalho de até 06 (seis) horas, e de R$ 18,70 (dezoito reais e setenta centavos), para os aeroviários com jornada de trabalho de até 08 (oito) horas, exceto quando a empresa fornecer refeição através de serviços próprios ou de terceiros, ressalvadas as condições mais favoráveis.

06 - DIÁRIA / HOSPEDAGEM / ALIMENTAÇÃO

Ressalvadas as condições mais favoráveis, as empresas pagarão, a partir de 01.12.2010, o valor de R$ 45,00 (quarenta e cinco reais) por refeição (almoço ou jantar) aos seus empregados, e 25% (vinte e cinco por cento) desse valor, a título de café da manhã, quando não incluído na conta do hotel, no caso de prestação de serviços fora da base do aeroviário, no território nacional, desde que não recebam, para o mesmo fim, diárias. Despesas de hospedagem e transporte serão por conta das empresas.

07 - SEGURO

As empresas pagarão a partir de 01 de dezembro de 2010, um seguro de vida em benefício de seus empregados aeroviários, sem ônus para os mesmos, cobrindo morte e invalidez permanente, total ou parcial, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

08 - MULTA POR DESCUMPRIMENTO DA CONVENÇÃO

Por descumprimento de qualquer cláusula desta Convenção, em prejuízo de algum aeroviário determinado, a empresa infratora pagará, a partir de 01 de dezembro de 2010,por cláusula descumprida multa no valor equivalente a 50% do menor piso salarial previsto na cláusula 3 desta convenção coletiva em favor do aeroviário prejudicado.

09 - CESTA BÁSICA

Será fornecida, até o dia 20 de cada mês a partir de 01 de dezembro de 2010, cesta básica no valor de R$ 300,00 (trezentos reais), na forma de vale alimentação, a todos aeroviários, sem ônus para os mesmos.

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SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS DE TÁXI AÉREO (SNETA)

2 - REAJUSTE SALARIAL

Os salários dos aeroviários, vigentes em 30 de novembro de 2010, serão reajustados pelo percentual correspondente a 15% (quinze por cento), a partir de 01 de dezembro de 2010.

3 - PISOS SALARIAIS

Ficam estabelecidos os seguintes pisos salariais:
Mensageiros, contínuos, “office boys” e assemelhados - R$ 900,00
Auxiliar de Serviços Gerais - R$ 915,00
Despachante - R$ 1000,00
Auxiliar de Manutenção de Aeronaves - R$ 1500,00
Mecânico de Manutenção de Aeronaves - R$ 1.500,00

4 - DIÁRIAS / HOSPEDAGEM / TRANSPORTE

Ressalvadas as condições mais favoráveis, as empresas pagarão aos seus empregados, a partir de 01 de dezembro de 2010, o valor de R$ 50,00 (cinquenta reais) por refeição (almoço ou jantar) e 25% (vinte e cinco por cento) deste valor, a título de café da manhã, no caso de prestação de serviços fora da base do aeroviário no território nacional, desde que não recebam diárias para o mesmo fim e que tais despesas não estejam incluídas na conta do hotel. Despesas de hospedagem e transporte serão por conta das empresas.

5 - SEGURO

A partir de 1º de dezembro de 2010, as Empresas instituirão um seguro de vida em benefício de seus empregados, sem ônus para os mesmos, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais), cobrindo morte e invalidez permanente.


6 - VALE-REFEIÇÃO - CESTA BÁSICA

As empresas fornecerão, a partir de 01 de dezembro de 2010, vale refeição no valor de R$ 13,73 (treze reais e setenta e três centavos), para os aeroviários com jornada de trabalho de até 06 (seis) horas, e de R$ 18,70 (dezoito reais e setenta centavos), para os aeroviários com jornada de trabalho de até 08 (oito) horas, exceto quando a empresa fornecer refeição através de serviços próprios ou de terceiros, ressalvadas as condições mais favoráveis.

6.1 Além do vale refeição, será fornecida, até o dia 20 de cada mês a partir de 01 de dezembro de 2010, cesta básica no valor de R$ 300,00 (trezentos reais), na forma de vale alimentação, a todos aeroviários, sem ônus para os mesmos.

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SINEATA - SINDICATO NACIONAL DAS EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS AUXILIARES DE TRANSPORTE AÉREO


I – CLÁUSULAS ECONÔMICAS

2º - REAJUSTE SALARIAL

Os salários dos aeroviários, vigentes em 30 de novembro de 2010, serão reajustados pelo percentual correspondente a 15% (quinze por cento), a partir de 01 de dezembro de 2010.

3ª - PISOS SALARIAIS

Serão reajustados, a partir de 01 de dezembro de 2009, os pisos salariais para os seguintes valores:

AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS - R$ 915,70
AUXILIAR DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS - R$ 1.006,36
AGENTE DE PROTEÇÃO - R$ 1.043,85
OPERADOR DE EQUIP. VIATURA - R$ 1.200,00
MECÂNICO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS – R$ 1.500,00

3.1 - Os pisos salariais acima estabelecidos serão corrigidos nas mesmas épocas e proporções em que forem corrigidos os salários.

04 - ANUÊNIO

O aeroviário admitido até 31 de dezembro de 2010, fará jus ao benefício anuênio de 1% (Um por cento), calculado sobre o respectivo salário, limitado a 20% (vinte por cento), ressalvadas as condições mais favoráveis;

05 - VALE REFEIÇÃO

As empresas fornecerão, a partir de 01 de dezembro de 2010, vale refeição no valor de R$ 13,73 (treze reais e setenta e três centavos), para os aeroviários com jornada de trabalho de até 06 (seis) horas, e de R$ 18,70 (dezoito reais e setenta centavos), para os aeroviários com jornada de trabalho de até 08 (oito) horas, exceto quando a empresa fornecer refeição através de serviços próprios ou de terceiros, ressalvadas as condições mais favoráveis.

06 - DIÁRIA/HOSPEDAGEM/ALIMENTAÇÃO

Ressalvadas as condições mais favoráveis, as empresas pagarão, a partir de 01.12.2010, o valor de R$ 50,00 (cinqüenta reais) por refeição (almoço ou jantar) aos seus empregados, e 25% (vinte e cinco por cento) desse valor, a título de café da manhã, quando não incluído na conta do hotel, no caso de prestação de serviços fora da base do aeroviário, no território nacional, desde que não recebam, para o mesmo fim, diárias. Despesas de hospedagem e transporte serão por conta das empresas.

07 - SEGURO

As empresas pagarão a partir de 01 de dezembro de 2010, um seguro de vida em benefício de seus empregados aeroviários, sem ônus para os mesmos, cobrindo morte e invalidez permanente, total ou parcial, no valor de R$ 20.000,00 (vinte mil reais).

09 - CESTA BÁSICA

Será fornecida, até o dia 20 de cada mês a partir de 01 de dezembro de 2010, cesta básica no valor de R$ 300,00 (trezentos reais), na forma de vale alimentação, a todos aeroviários, sem ônus para os mesmos.



--
Wilson Santos
Delegado Sindical - UDI
(34) 9168 4110
http://aeroviarios-udi.blogspot.com
http://www.sindicatodosaeroviarios.com.br
http://www.sna.org.br
SINDICATO FORTE SE FAZ COM CATEGORIA UNIDA E ORGANIZADA!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Convocatória


Reunião extraordinária - Aeroviários e Aeroviárias de Uberlândia / MG.